Durante atividade do Abril Verde, o diretor do SINTRAMOG, Luiz Carlos Queiroz, fez um alerta direto: enquanto se fala em novas tecnologias e doenças modernas, ainda existem trabalhadores morrendo em condições precárias e arcaicas na região. Ele destacou a dificuldade de fiscalização em setores informais, denunciou acidentes graves em serrarias e cobrou mais união entre sindicatos, órgãos públicos e o sistema de saúde. Para ele, o debate sobre saúde e segurança do trabalho não pode se limitar a uma data simbólica — é uma luta diária que exige organização, presença e enfrentamento constante.

PRESIDENTE DO SINTRAMOG COBRA UNIÃO E CRITICA ATUAÇÃO LIMITADA NA SEGURANÇA DO TRABALHO
No encerramento da atividade do Abril Verde, o presidente do SINTRAMOG, Josemar Bernardes André, fez um chamado direto à união entre sindicatos, técnicos de segurança e órgãos públicos.
Ele criticou o fato de muitas empresas tratarem a segurança apenas como obrigação legal e apontou que, na prática, ainda há pouca ação efetiva para melhorar os ambientes de trabalho. Segundo ele, falta integração e compromisso real, mesmo diante de riscos e acidentes recorrentes.
O dirigente defendeu mais diálogo, encontros frequentes e atuação conjunta entre todas as partes, reforçando que a luta por condições dignas de trabalho precisa ser permanente, e não restrita a datas específicas.


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